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Marcelo Almeida diz que não renúncia ao cargo e escancara crise no Goiás

Em um dos trechos o presidente diz que jogador futebol é mimados e questionou "não é possível que jogador de futebol é dodoizinho para não aguentar ouvir uma verdade"

diario da manha
Foto: Reprodução

Sem conseguir vencer dentro do Campeonato Brasileiro da Série A, o clima no Goiás não é bom, inclusive com a saída de Edminho Pinheiro do Conselho Deliberativo do clube. O presidente do esmeraldino goiano Marcelo Almeida concedeu entrevista ao repórter André Rodrigues da Sagres 730 onde afirmou que não vai renunciar ao cargo.

Marcelo Almeida chegou a falar do dinheiro que poderia ter arrecadado caso o time não tivesse sido eliminado pelo Vasco na Copa do Brasil, e que sentiu falta de comprometimento dos jogadores para com o clube durante a reunião. O presidente ainda questionou o fato de tais informações terem chegado da forma que chegaram ao repórter, e classificou que a pessoa que fez isso não torce para o Goiás e ainda disse que dentro do clube está cheio de “leva e trás”.

O presidente do clube lembrou do ex-presidente do time Sérgio Rassi, que devido as pressões sofridas acabou renunciando ao cargo. Na fala de Marcelo Almeida, ao lembrar do ex-dirigente esmeraldino, ao dizer que “jogador de futebol é muito mimado, principalmente do Goiás, que tem por assim dizer tudo. Salário em dia, médico, alimentação, hotéis, voo fretado para não cansar as perninhas”, explica.

O presidente do Goiás afirmou que foi contra a saída de Ney Franco do clube

Marcelo Almeida afirmou ainda que se dependesse dele não teria demitido o técnico Ney Franco, e que tanto o treinador como o ex-diretor de futebol do clube Túlio Lustosa foram injustiçados.

Em outro trecho da entrevista, o presidente do Goiás afirma que o sistema dentro do esmeraldino goiano é responsável por travar o crescimento do clube e outras ações, mesmo sem citar os nomes dos envolvidos, e que assim como outros ex-presidentes foram injustiçados e prejudicados, ele se sente da mesma maneira, que os ex-dirigentes.

No final ao ser questionado sobre a possibilidade de renunciar ao cargo, Marcelo Almeida foi categórico e afirmou “Vou até o último dia”.

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