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Caiado acata sugestão da UFG e decreta isolamento intermitente em Goiás

Uma reunião envolvendo o Governo de Goiás, prefeitos e outros poderes na manhã desta segunda-feira (29/06) determinou que Goiás terá a partir de amanhã o lockdown intermitente, no qual o comércio vai fechar por 14 dias e abrir por 14 dias.

Ocupação de leitos de UTI destinados a pacientes com COVID-19 sobe para 98,24%

A decisão foi tomada em conjunto entre os representantes de todos os poderes, a partir de um estudo publicado e divulgado pela Universidade Federal de Goiás (UFG). O levantamento mostra que haverá um colapso no sistema de saúde no Estado no mês de julho e com uma previsão de aproximadamente 18 mil mortes pela doença em Goiás até o mês de setembro.

Os dados mostram os números de contaminações registradas na ocasião em relação as observações das medidas acatadas de prevenção de isolamento social, se mantiver paralelamente ao cenário atual de 36,89%.

A pesquisa demonstra que não é possível obter um nível de casos exato e aponta que pode não ser possível ter a disposição a quantidade suficiente de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para ter sucesso nos procedimentos de tratamento de Covid-19. Porém, se o cenário do isolamento social (lockdown) não aumentar, será preciso 2 mil leitos no mesmo dia e ao mesmo tempo até o final de julho.

De pronto a UFG apresentou uma saída para o colapso hospitalar, a sugestão de um decreto de lockdown com período de 90 dias que resguardaria aproximadamente a vida de 13,5 mil vidas.

Em contra partida é esperado o posicionamento da população que acredita que a medida traria grandes impactos para a economia, a Universidade sugeriu um outro método "chamada 14 por 14", ou seja, o comércio fica fechado por 14 dias diretos e, em seguida 14 dias abriria as portas, até setembro. O cálculo da UFG estima que o plano salvaria, em média, 9 mil vidas até setembro.

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