Política & Justiça

Dilma e Maguito celebram dois anos do Mais Médicos

diario da manha
Brasília - DF, 04/08/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de celebração de 2 anos do Programa Mais Médicos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, representou a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) – do qual é 2º vice-presidente – na cerimônia que comemorou dois anos do Programa Mais Médicos. A cerimônia aconteceu na manhã de ontem (4) no Palácio do Planalto. Durante seu discurso, a presidente Dilma Rousseff deferiu cumprimento especial a Maguito e a todos os prefeitos do País. “Vocês são os grandes parceiros na execução do programa Mais Médicos”, lembrou a presidente.

Logo no começo de sua fala a presidente Dilma lembrou das críticas que recebia sistematicamente logo após o anúncio de lançamento do Mais Médicos. “Recebia conselhos sistemáticos para interromper o programa. Havia um desconhecimento básico do sentido do programa. Mas ao mesmo tempo que as críticas eram um tanto quanto extremadas de um lado, houve elogios com muita intensidade por parte dos prefeitos. As duas reações são compreensíveis porque estávamos entrando em uma camada em que as pessoas se sentiam muito inseguras”, contou a presidente Dilma Rousseff.

Maguito Vilela lembrou que a criação do programa aconteceu por intermédio da Frente Nacional de Prefeitos, que criou a campanha “Cadê o Médico?”. “Esta era a grande demanda dos prefeitos de todo o Brasil. Ter médicos em nossas cidades para atender as camadas mais sofridas de todas as nossas cidades. Nosso movimento ecoou em todos os Estados brasileiros. O então ministro Alexandre Padilha teve a sensibilidade de acatar essas demandas e a presidente Dilma a sensibilidade de ver o programa com bons olhos”, pontuou.

Novas medidas

A presidente Dilma Rousseff anunciou três medidas contemplativas ao bojo do programa. A primeira é a assinatura do decreto que cria o Cadastro Nacional de Especialistas. A segunda ampliação do número de Bolsas de Residência de quatro mil para 7.742, dois terços da meta para 2018. E a terceira é a assinatura da portaria interministerial que cria o Contrato Organizativo da Ação Pública Ensino e Saúde, que define publicamente quais os compromissos de cada um dos entes envolvidos no programa Mais Médicos em todos o País.

“Até hoje o Brasil não tinha a informação de quem formava especialistas, onde eles atuavam e ainda quais as reais necessidades de cada região ou bairro”, frisou. Ele explicou ainda que a ampliação do número de bolsas era um compromisso assumido durante a criação do programa Mais Médicos. Segundo ele, o Contrato Organizativo será fundamental para garantir que a expansão das faculdades de Medicina tenham sigam um alto rigor de qualidade. “O MEC passa a zelar pela qualidade tanto na avaliação dos cursos quanto na garantia de que a oferta das redes municipais, suas Santas Casas e hospitais.”

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