Cotidiano

Classificado como "Super-Terra", pode ajudar a achar vida extraterrestre

Os autores da nova pesquisa acreditam que a superfície deste exoplaneta, quente e seco, seja insopitável, e com grande probabilidade, deve ser crivada de rios de lava correntes

diario da manha
Foto/ Reprodução Reuters

Um novo planeta foi anunciado por cientistas, nesta quinta feira (4), uma estrela anã vermelha que é menor, mais fria e menos luminosa do que o Sol, relativamente perto do nosso Sistema Solar, oferece uma grande oportunidade para desvendar enigmas sobre os estudos da vida extraterrestre.

O Gliese 486 b fica a 9,5 trilhões de quilômetros da Terra e é estudado por astrônomos europeus, o corpo celeste é rochoso e está entre os exoplanetas mais próximos do nosso planeta, podendo auxiliar os astrônomos com um novo modelo de estudo de atmosfera.

O cientista planetário e um dos autores do estudo, Trifon Trifonov, do Instituto Max Planck de Astronomia da Alemanha, informou que “Gliese 486 b não pode ser habitável, pelo menos, não da maneira como habitamos aqui na Terra. O planeta possivelmente tem uma atmosfera tênue, se houver qualquer. Nossos modelos são consistentes com dois cenários, uma vez que a irradiação estelar tende evaporar atmosferas, enquanto, ao mesmo tempo, a gravidade planetária é firme demais para suportá-la”.

Trifonov, ainda completa que “O exoplaneta precisa ter as configurações físicas e orbitais corretas para que seja elegível para investigação atmosférica”.

A finalidade central é que com a nova pesquisa a astronomia avance nos estudos dos exoplanetas, aqueles que ficam fora do nosso sistema solar e que podem abrigar algum tipo de vida.

*Com informações da CNN Brasil e Jornal Brasil

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