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Psicólogos analisam comportamento e dizem que mãe de Henry tem traços de psicopatia

As analises ainda complementam que esses dois episódios não foram as primeiras demonstrações de frieza da mãe do menino

diario da manha
FOTO/REPRODUÇÃO

Psicólogos avaliam comportamento de Monique e apontam traços de psicopatia, vaidade e possibilidade de distúrbio. As analises foram feitas a partir do acompanhamento do caso na mídia. Após também Monique agir friamente ao ser presa.

A prisão da mãe do menino Henry Borel, de quatro anos, aconteceu nessa quinta-feira às 6h da manhã. Vestida socialmente de preto, Monique caminhava tranquilamente até a viatura.

O mandado de prisão foi expedido pela juíza Elizabeth Louro Machado, do 2º Tribunal do Júri do Rio. E encaminhada aos agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca). Cercada por vários jornalistas e policiais, a professora ouvia gritos e xingamentos de populares próximos ao local a todo tempo, mas se manteve de cabeça erguida.

As analises ainda complementam que esses dois episódios não foram as primeiras demonstrações de frieza. Segundo a polícia, um dia após o enterro de Henry, Monique foi ao salão de beleza de um shopping na Barra da Tijuca. Além disso, ela tinha conhecimento de que seu filho era agredido pelo companheiro, e mesmo assim teria o acobertou.

O vereador Dr. Jairinho, acusado de assassinar o menino também foi preso. Ele atrapalhou as investigações e ainda teria coagido e ameaçado testemunhas do caso.

Para a psicóloga Aline Saramago é possível identificar algumas hipóteses ao comportamento de Monique.

“É possível que ela tenha um comportamento narcísico , no sentido de buscar transparecer um status de grandiosidade. Isso pode ter levado ela a se arrumar, ir no salão, ter se maquiado. Poderia ser possível dizer que ela tenha um certo egoísmo , uma menor empatia em relação ao filho“, disse.

Aline ainda mencionou que somente um diagnostico mais profundo pode identificar as causas. Mas que situações de conflitos familiares, em que os pais são distantes dos filhos e não escutam a criança, e não levam em consideração as questões que aparecem durante e após o processo de divórcio .

“Muitas coisas podem ter parado na cabeça dela (Monique), e talvez ela não tenha escutado a criança . É possível que ela tenha uma parafilia que se chama Hibristofilia , que são pessoas que acreditam que podem ‘ mudar ‘ o seu parceiro, de alguma forma, e talvez ela quisesse ganhar a atenção do público a partir do momento que ela se relaciona com alguém que tem atos” ressalta a psicóloga.

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