Esportes

Manchester City liberado

diario da manha

O Manchester City teve sua condenação por furar o Fair Play Financeiro anulada na manhã desta segunda-feira (13/7) pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), que anulou a exclusão do clube das competições europeias nas duas próximas temporadas. Além de ter seu banimento das competições anulado, o clube inglês conseguiu reduzir a multa de 30 para 10 milhões de euros.

O resultado que favorece ao time comandado por Pep Guardiola saiu um mês após a audiência de três dias entre os envolvidos e análise dos documentos por um grupo de juízes.

O Manchester City por sua vez após receber a informação sobre o anulamento da decisão que tirava o time das competições europeias pelas próximas duas temporadas, emitiu um comunicado em suas redes sociais no qual agradeceu a corte.

Os juízes que julgaram o caso afirmaram na decisão que as violações cometidas pelo clube, que foram relatadas pela Câmara Adjudicatória do CFCB foram prescritas ou não haviam provas suficientes.

O City entrou com recurso conto ao CAS em fevereiro, poucos dias após a Uefa anunciar a punição. Em virtude da Câmara de Decisões do Organismo de Controle Financeiro (CFCB) acusar o clube inglês de violar as regras do Fair Play Financeiro e não cooperarem com a investigação.

Entenda a razão do Manchester City ter sido condenado com dois anos de suspensão das competições europeias

Pela Uefa o clube foi considerado culpado por inflacionar os valores de seus patrocínios entre 2012 e 2016, e que foram apresentados à Uefa em um processo aberto depois da revista alemã Der Spiegel vazer seus documentos em novembro de 2018. Com a condenação o Manchester City foi banido das próximas duas temporadas europeias 2020/21 e 2021/22, independente da equipe estar nas oitavas de final desta temporada e com chances de avançar a próxima fase.

De acordo com os e-mails que a revista alemã vazou, o Sheik Mansour, dono do clube, financiava patrocínios anuais de 67,5 milhões de libras da camisa, estádio e das divisões de base por meio da Etihad Airways, companhia aérea de Abu Dhabi.

Em um dos documentos o valor sugerido no acordo para o patrocínio era de apenas 8 milhões de libras na temporada 2015/16, que foi financiado diretamente com a empresa aérea e o restante do dinheiro veio de um veículo da empresa do proprietário do clube.

*Com informações do Globoesporte.com

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