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O que esperar do PlayStation 5? Mais velocidade e talvez o final dos consoles

Chegou a hora de saber o que de fato a nona geração de consoles terá para oferecer

diario da manha

Quem acompanha a indústria de games sabe que tudo na vida tem seu tempo.

Aos amantes dos consoles, um aviso: chegamos em um momento em que a indústria não tem mais conseguido mostrar diferenças significantes nas gerações. É só velocidade.

Chegamos na nona geração.

Do primeiro console ( Magnavox Odyssey, de 1972) ao Playstation 4, muita coisa mudou. Saímos de um quadrado que era jogado como bola na tela (um jogo sem som e preto e branco, que exigia telas de celofane) para o hiper-realismo gráfico de um “Red Redemption 2”.

A programação avançou do Basic para C ++ e várias outras linguagens orientadas a objeto praticamente exclusivas e adaptadas.

O anunciado Playstation 5, que promete a tão esperada nona geração, será…adivinhe: mais veloz. É o que ela tem para oferecer até aqui – algo que pode perder importância frente a novos cabeamentos velozes de Internet propostos pela China.

O líder de hardware Mark Cerny já anunciou que o PS5 chegará com disco sólido – o que dará grande diferença, claro, no arranque.

Responsável pela engenharia da Sony, Mark Cerny foi escalado nos últimos dias para tentar convencer a comunidade de gamers que teremos uma revolução em mãos.

No lugar da memória em HD, utilizada no PlayStation 4 como em computadores, ele aposta em um disco de estado sólido (SSD).

Ou seja, a velocidade de carregamento será outra. É preciso filosofar: sempre a tecnologia é que abriu as portas para a criatividade. O embate com suas limitações delineiam o ícone, o som e as fases.

O debate continua esse: no PS4 carregamos um 1 gigabyte em 20 segundos. Cerny garante que o 5 chegará a 1. Pois será imperceptível para os jogadores.

Sua promessa exata é 0,27 segundos (quase 1/4 do segundo).

Com as mudanças de hardware, PlayStation 5 poderá também puxar 5,5 GB por segundo. O que isto significa? Maior liberdade para quem cria o game. Esta liberdade abre espaço para que o mundo aberto faça parte das narrativas.

Mas atenção: quando a Sega estava desesperada em investir nas melhores tecnologias e o XBOX/Microsoft criava a melhor máquina de todos os tempos (o classic), surgiu exatamente o PlayStation One. Ou seja, um passo atrás, e bons desenvolvedores deram a dianteira que hoje ele tenta manter com tecnologia.

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