Economia

Nova rodada de pagamento do auxílio emergencial começa no dia 6

A nova rodada será paga de maneira automática e contemplará apenas quem já era beneficiário do programa em dezembro de 2020

diario da manha

Nesta quarta-feira (31) o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou a liberação das novas parcelas do auxílio emergencial, que tem previsão de começar a atender os beneficiários no dia 6 de abril. A nova rodada será paga de maneira automática, então aqueles que tiveram os requisitos de elegibilidade aprovados até dezembro de 2020, estão aptos a receber o benefício.

Na semana passada, o chefe do Executivo federal já havia informado durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais que o programa seria retomado no início de abril.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que a partir do dia 6 de abril o banco depositará o auxílio nas contas digitais para quem não é beneficiário do Bolsa Família. Já para quem faz parte do programa, o depósito começa no dia 16.

Segundo Pedro Guimarães, o banco adotará medidas para que o processo de pagamento do auxílio seja agilizado e para conter aglomerações. “Teremos todo um calendário com todo o detalhamento, para minimizar aglomerações. Nossa expectativa é de que pelo menos metade das pessoas já paguem suas contas digitalmente. Vamos minimizar as filas de saques”, explicou.

Regras do novo auxílio

De acordo com o governo, o novo auxílio contemplará apenas quem já era beneficiário do programa em dezembro de 2020, mês da última cota antes da nova prorrogação. Além disso, na nova rodada, apenas uma pessoa por família poderá receber o auxílio.

O benefício será pago em quatro parcelas, com quantias específicas, conforme o perfil de quem recebe a contribuição. Para famílias de apenas uma pessoa o valor será de R$ 150. No caso das famílias com mais de um integrante é de R$ 250, já para mães que são as únicas provedoras do lar o valor é de R$ 375.

O ministro da Cidadania, João Roma, ressaltou que o pagamento é “um alento” neste momento de crise provocada pela pandemia. “O pagamento, viabilizado pela PEC Emergencial com R$ 44 bilhões que servirão para quatro parcelas direcionadas para os brasileiros vulneráveis que estão passando muita dificuldade. São recursos públicos, para os quais temos que ter o maior zelo”, disse o ministro.

O governo estima que 45,6 milhões de trabalhadores serão alcançados pela nova rodada. O auxílio beneficia trabalhadores informais, microempreendedores individuais e desempregados (que não estejam recebendo o seguro-desemprego) com renda familiar de até três salários mínimos, ou de até meio salário mínimo por pessoa.

No caso dos beneficiários do Bolsa Família, esses só receberão o auxílio se o subsídio for mais vantajoso do que o valor pago no programa regular.

*Com informações do portal Terra.

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