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Para impedir quebra do sigilo bancário de Valdemiro Santiago igreja paga dívida ás pressas

Ainda não foi analisado o pedido da mundial

diario da manha
Foto Divulgação Noticias gospel Mais

Na última terça-feira (2), o apostolo e fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago teve suas dívidas quitadas com o proprietário de um imóvel na cidade de Guararema, no interior paulista, a fim de tentar impedir a quebra do sigilo bancário.

Santiago vem atrasando o pagamento das despesas da Igreja Mundial sob alegação de queda brusca na arrecadação de dízimos e ofertas desde que a pandemia do novo coronavírus começou.

Em defesa uma proprietária lesada da cidade de Monte Mor, interior de São Paulo relatou que “A mundial deixou de nos pagar os aluguéis bem antes da questão da Covid, mas só em abril demos entrada com a ação.”

Valdemiro Santiago 
Foto/ Reprodução Portal do Trono

Dívidas da igreja dirigida por Valdemiro Santiago

Um levantamento realizado pelo jornalista Rogério Gentile, do portal Uol, constatou que há pelo menos 30 ações recentes de cobrança contra a Igreja Mundial. A própria instituição alega que possui seis mil templos abertos em 27 países, com a esmagadora maioria no Brasil.

No total a mundial pagou R$ 53.650 em aluguéis cobrados por S.L.S.J. em mais de um processo. Em documento enviado à Justiça, a igreja diz que, com o pagamento, torna-se “desnecessária a realização da quebra do sigilo bancário dos réus”.

Para justificar a incumprimento, ele afirmou em culto na sede paulistana da Mundial que sofreu uma recente ordem de despejo no Paraná. “Mas olhem esse momento”, explicou. As informações são de João Batista Jr. na Veja.

Isso fez com que a popularidade de Valdemiro retrocedesse, e a Igreja Mundial acabasse perdendo parte de seus fieis, que migraram para outras denominações.

O pagamento veio após a juíza Monica Di Stasi, da 3ª Vara Cível de São Paulo, decretar a quebra do sigilo bancário do pastor Valdemiro Santiago com o objetivo de investigar se o patrimônio da igreja se confunde com o do seu fundador, limitou a quebra do sigilo ao período de vigência do contrato, de 28 de agosto de 2018 a 26 de janeiro de 2021.

*Com informações do Uol notícias, Veja e Carta expressa

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