Cotidiano

Segundo IBGE, número de desempregados chega a 14 milhões

"Em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas", diz a nota da coordenadora.

diario da manha

Nesta sexta-feira (16), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou o número de desempregados em setembro.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, revelou que 14 milhões de pessoas estão sem emprego na última semana de setembro. O número está estável em comparação com a semana anterior.

Na quarta semana de setembro o a taxa de desemprego teve 4 milhões a mais do que o mês de maio (10,5 milhões), quando iniciou o levantamento. Esse levantamento é feito semanalmente pela Pnad Covid-19.

Segundo a Maria Lucia Vieira, coordenadora da pesquisa, as informações são rastreadas pelo telefone. Apesar dos números estarem estáveis a coordenadora salienta que “sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho”, afirma Maria Lucia.

“Em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, diz a nota da coordenadora.

Cerca de 83 milhões estão empregados, revela a pesquisa. Os números não mudaram em relação a terceira semana de setembro, o que também não alterou o número de desocupados.

Maria Lucia, relatou “Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro, a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, disse ela.

Flexibilização

De acordo com o IBGE 86,7 milhões de pessoas da população, o que diz respeito a maioria, disseram que chegaram a reduzir o contato com outros indivíduos, porém, não deixaram de sair de casa e receber amigos e familiares em sua residência.

Em comparação com a semana anterior, a quarta semana de setembro somou 84,6 milhões de pessoas que ficaram em suas casas, obedecendo as orientações de evitar a contaminação do Covid-19.

Conforme a coordenadora da pesquisa, o número de pessoas que realmente ficaram isoladas, diminuiu em 2,2 milhões.

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