Cotidiano

De panela até dentro do reto: Locais inusitados usados para esconder dinheiro, pelos políticos

Nesse momento, qualquer lugar, inclusive dentro do corpo, se torna um possível esconderijo de dinheiro.

diario da manha

Alguns políticos com a intenção de esconder dinheiro ilícito ou de propinas, estão sempre buscando formas inovadoras de ocultar os grandes valores, e transportá-los sem que ninguém perceba. Nesse momento, qualquer lugar, inclusive dentro do corpo, se torna um possível esconderijo de dinheiro.

Alguns casos ficaram bem famosos e ganhou notoriedade na mídia. Os mais audaciosos, como o vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues (DEM-RR), achou uma ótima ideia esconder um grande montante de dinheiro na cueca, nádegas, e até dentro do anûs, pensando que ninguém encontraria o dinheiro nessa parte do corpo. O ocorrido foi na última quarta-feira (14), e foi localizado pelos agentes da Polícia Federal (PF).

O prefeito de Uiraúna, na Paraíba, João Bosco Fernandes (PSDB), resolveu não ser tão audacioso, e escolheu um local mais tradicional para esconder os valores. Ele se conteve em tentar esconder o dinheiro apenas dentro da cueca, mas foi flagrado por agentes da Polícia Federal na operação Pés de Barro, em dezembro de 2019. De acordo com informações, o valor era de R$ 25 mil reais.

Átila Jacomussi, percebendo que não utilizava todas suas panelas de cozinha, decidiu que transformaria uma delas em cofre, e guardou seus R$ 80 mil conseguidos de forma duvidosa dentro do objeto. O talento de DIY (Faça você mesmo) do ex-prefeito da cidade de Mauá, não foi o suficiente para impedir a polícia de localizar o valor. Apesar que, seu currículo já possui duas propostas de impeachment, que foram rejeitadas, atualmente ele concorre novamente à prefeitura de Mauá.

O conceito de que, bolsa de mulher tem de tudo, foi levado a outro patamar pela doleira Nelma Kodam. Decidiu que daria à sua peça íntima, a função que antes, deveria pertencer a sua bolsa ou carteira, pelo menos para a maioria das pessoas. €200 mil foram encontrados em sua calcinha, pela PF, no aeroporto de Guarulhos, em 2014. Nelma disse que resolveu inovar na escolha do local para guardar seus euros pois a Receita Federal estava fechada, e não teve a possibilidade de fazer a declaração. Segundo ela, o valor seria para adquirir imóveis na Europa.

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