Cotidiano

Wilder diz que Pró-Goiás está maduro e pronto para votação após intenso diálogo

Para secretário, a proposta está madura e pronta para ser encaminhada à Assembleia Legislativa para análise e aprovação.

diario da manha

Titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), o secretário Wilder Morais disse na tarde desta quinta-feira, 7, que o projeto Pró-Goiás está pronto para deliberação na Assembleia Legislativa.

O programa cria a nova política de incentivos fiscais de Goiás e insere o Estado definitivamente no século 20, em que competitividade e desenvolvimento andam lado a lado com justiça social.

Wilder informa que esse projeto é fruto de muitos debates e discussões entre SIC, Secretaria de Economia, o governador Ronaldo Caiado e o fórum empresarial.

“O governador Ronaldo Caiado atuou em todos os momentos desse debate para que essa nova lei contemplasse todos os setores, o governo e o empresarial, de maneira a garantir uma legislação moderna, desburocratizante e que vai tornar nosso Estado ainda mais competitivo em termos de atração de investimentos”, diz Wilder Morais.

O Pró-Goiás substitui o Fomentar e o Produzir, programas que contemplam a política de incentivos fiscais do Estado desde a década de 1980.

Wilder elogia os dispositivos da lei: é moderna, com menos burocracia e mantém Goiás como Estado atrativo para receber novos investimentos.

O secretário lembra que neste ano, em apenas um mês, a SIC atraiu 43 novas empresas para Goiás.

A previsão de investimentos é grande: R$ 1,3 bilhão.

“A atração de investimentos é uma marca do governo de Ronaldo Caiado. Este ano foram 43 empresas. Em 2019 foram 69, totalizando 112, em apenas um ano de existência da SIC. Quando essa crise com o novo coronavírus acabar, vamos retomar esse trabalho com força total, lembrando que já estamos em tratativas com dez novas empresas que aguardam a nova legislação para anunciar os investimentos”, avisa o secretário, que destaca ainda que o Pró-Goiás terá validade até 2032, na modalidade de incentivo fiscal tradicional, ou seja, um programa de crédito outorgado, sem financiamento.

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