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Marcado julgamento do acusado de estuprar e matar idosa a pauladas

diario da manha
Pericles teodoro da Silva

O julgamento de Péricles Teodoro da Silva acusado de estuprar e matar a pauladas a funcionária da Comurg Ilma Gonçalves Ferreira foi designado para a data de 18/03/2020 às 08:30min no fórum cível da comarca de Goiânia.

Relembre o caso

Ilma Gonçalves Ferreira (60), funcionária da Comurg, foi encontrada seminua, estuprada e morta a pauladas enquanto trabalhava varrendo ruas no dia 17 de dezembro de 2018 no Parque Ahanguera em Goiânia.

O acusado do crime Péricles Teodoro da Silva (34), tem uma extensa ficha criminal, conforme apurado pela redação do DM online o acusado possui passagens por crimes como furto, três passagens pelo art.157 além de várias fugas, a soma de todas as condenações do acusado chegam a 26 anos, o acusado que tem apenas 34 anos, até 2018 já havia cumprido 11 anos de reclusão, em março de 2018 a justiça concedeu progressão de regime a Péricles Teodoro .

Na época do crime o acusado cumpria pena na Casa do Albergado e usava tornozeleira de monitoramento eletrônico, em dezembro do mesmo ano Péricles retornou a prisão e desde então está em regime fechado aguardando julgamento pela acusação do assassinato de Ilma.

Trecho do depoimento do acusado

Ao ser interrogado perante o Juízo da 1ª Vara Criminal, o acusado afirmou ter matado a vítima, porque pretendia furtar um veículo que estava nas imediações e a vítima teria avisado o proprietário de sua intenção, momento em que tomado de grande ódio, teria abordado a vítima e desferido nela pauladas.

Ainda afirmou que não teria estuprado Ilma, explicando que antes de ter desferido as pauladas, pediu a vítima para retirar a roupa, e ela teria abaixado a calça até no joelho, e que a intenção era somente para enterrá-la

Ilma Gonçalves Ferreira foi estuprada e morta a pauladas enquanto varria ruas.
Vítima Ilma Gonçalves Ferreira Foto: Arquivo pessoal

A defesa do acusado afirma que Péricles Teodoro da Silva sofre de transtornos mentais, a família da vítima discorda e pontua que o acusado no dia 07/08/2019 foi intimado a comparecer em juízo e se negou a oferecer material genético para realização de exame de DNA para confronto com o material genético encontrado no corpo da vítima.

Em entrevista exclusiva ao DM online, a filha da vítima Emilly Gonçalves Rodrigues oliveira relembrou que na data do fato, pediu que a mãe não fosse trabalhar, Ilma disse que teria que ir ao trabalho e a filha então deixou a mãe em uma praça, que fica no parque Ahanguera local onde ocorreu o crime, e que horas depois recebeu uma solicitação para comparecer à delegacia.

Emilly conta que o corpo de Ilma foi encontrado na mata ao lado da praça, a vítima estava com a calça abaixada e apenas com uma das pernas vestidas, junto ao corpo estavam o uniforme de trabalho, crachá e pertences pessoais da vítima.

Funcionaria da comurg morta a pauladas
CENA DO CRIME
Foto: Arquivo pessoal

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