Cotidiano

Caminhoneiro é suspeito de matar pedreiro e atirar no rosto da ex, em Goiás

Pedreiro foi morto após curtir uma foto da ex-mulher do caminhoneiro em uma rede social

diario da manha

O caminhoneiro Júnior Vagner Moura Gomes, de 45 anos é suspeito de matar o pedreiro Gilvan de Jesus, na última quinta-feira (13/2) e em seguida atirar no rosto da ex-mulher, a professora Gleide Batista dos Santos. De acordo com as informações da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), o crime ocorreu após o pedreiro curtir uma foto da ex-mulher do caminhoneiro em uma rede social.

O caso ocorreu em Nova Crixás e segundo a delegada Jocelaine Braz Batista, o casal estava separado há dois anos, mas o caminhoneiro não aceitava o fim do relacionamento. A investigadora afirmou que Gilvan foi morto com um tiro na nunca enquanto dormia em sua residência, e que o caminhoneiro se deslocou até a casa da ex, pulou o muro e atirou na professora que foi baleada no rosto.

A mãe de Gleide, Geroní Maria dos Santos, de 60 anos, que também é professora na cidade, informou que a filha foi submetida ao procedimento cirúrgico no Hospital de Urgências da Região Noroeste Governador Otávio Lages de Siqueira (Hugol) e não há informações sobre o estado de saúde da filha.

Delegada acredita que caminhoneiro planejou o crime e a fuga

O caminhoneiro segue foragido e policiais civis e militares encontraram apenas o carro que Júnior usou para fugir, abandonado nas margens do Rio Araguaia.

De acordo com a delegada o local onde o veículo foi encontrado é de difícil acesso, por ser uma fazenda e há indícios de que o caminhoneiro planejou o crime e a fuga.

As informações divulgadas até o momento dão conta de que a professora tinha uma medida protetiva contra o ex-marido, após ser ameaçada de morte por ele. Conforme a publicação do portal de notícias G1 o caminhoneiro tem duas passagens por ameaça.

A mãe de Gleide afirmou que o casamento dos dois era bastante conturbado e o caminhoneiro violento. Além disso ela informou que Junior tinha uma amante no Mato Grosso, e que a filha descobriu e terminou o relacionamento, mas que o caminhoneiro jamais aceitou o fim.

De acordo com a publicação a professora tem dois filhos com 23 e 16 anos, mas no momento da tentativa de homicídio eles não estavam na residência. A mãe da professora afirmou que na noite anterior dormiu com ela e acredita que o caminhoneiro estava vigiando a residência e esperou ela ficar sozinha para invadir a casa.

*Com informações do G1

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