Cotidiano

UFG pede reitegração de posse do prédio da reitoria

diario da manha

Na última sexta-feira (24/6), a Universidade Federal de Goiás (UFG) realizou reunião, na Biblioteca Central do campus Samambaia, para discutir a segurança nas unidades da instituição. Entre as pautas da reunião, estavam as medidas de segurança e a desocupação do prédio da reitoria.

Após a denúncia de um suposto estupro na universidade, o reitor Orlando Amaral afirmou que medidas emergenciais foram tomadas. Entre entre elas, a reposição das lâmpadas queimadas, a poda de árvores nos estaciomentos, disposição de um vigia nos pontos de ônibus à noite e o aumento das rondas motorizadas.

Orlando Amaral ressaltou ainda que o trabalho é coordenado por uma comissão para identificar os principais problemas e tratar sobre as políticas de segurança na UFG. Entretanto, ele apontou que houve pequena participação dos alunos nas reuniões. Os estudantes admitem que notaram algumas mudanças nas imediações, porém pedem que mais medidas sejam adotadas pela UFG principalmente à noite.

Outra questão abordada por Amaral diz respeito à ocupação da reitoria, que começou no último dia 15 de junho. De acordo com o reitor, algumas das reivindicações dos estudantes foram atendidas e outras demandam mais tempo e mais discussão.

Entretanto, como não houve diálogo, a universidade solicitou junto à Advocacia Geral da União (AGU) a reintegração de posse na quinta-feira (23/6). “É inadimissível que a universidade continue paralizada por um grupo de estudantes que não quer abrir ao diálogo”, defende.

Conforme publicação do perfil oficial da UFG no Facebook neste domingo (26/6), os alunos e alunas que ocupam a reitoria foram notificados, na sexta-feira (24/6), sobre a decisão da Justiça que determina a imediata desocupação do prédio.

O texto afirma que os estudantes não cumpriram a ordem judicial. “Reafirmamos nossa integral disposição para, após a desocupação, dar continuidade à interlocução para aprofundar o diálogo sobre as importantes questões contidas na pauta de reivindicações”, afirma a publicação.

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