Coronavírus

Universidade dos EUA estima mais de 560 mil mortes no Brasil por Covid-19, até julho

De acordo com a pesquisa, o pico ocorrerá em 24 de abril, quando o país terá aproximadamente 4 mil mortos no prazo de 24 horas

diario da manha

O Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde, da Universidade de Washington, Estados Unidos, estima que o Brasil pode atingir a marca de 562,8 mil mortes pela Covid-19 em 1º de julho deste ano. Esse número pode ser ainda maior: em um cenário mais crítico, o país se aproximaria dos 600 mil óbitos de infectados, afirmaram os pesquisadores.

O instituto, que integra o departamento de medicina da universidade, também estimou o número de mortes diárias. De acordo com a pesquisa, o pico ocorrerá em 24 de abril, quando o país terá aproximadamente 4 mil mortos no prazo de 24 horas.

Atualmente, de acordo com números do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass), o Brasil tem 12.910.082 casos confirmados de Covid-19. Do total, 328.206 evoluíram para óbito. A taxa de de mortalidade é de 156 pessoas a cada 100 mil habitantes.

Bolsonaro enalteceu a campanha de vacinação contra o coronavírus no país e disse que “estamos em quinto lugar”. “Nós sempre falamos, entre o governo federal, o presidente, e a vacina, existe a Anvisa no meio do caminho. Nós temos que ter responsabilidade para vacinar o nosso povo e assim estamos trabalhando”, destacou o presidente.

No ano passado, o presidente recusou por pelo menos três vezes a oferta de compra de doses. Em agosto, com a oferta da Pfizer, de 70 milhões de doses, com previsão de entrega de 20% do total ainda em 2020.

Em outubro, Bolsonaro afirmou que não compraria a Coronavac, e hoje é o principal imunizante e distribuição no país. “A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população. Já existe um descrédito muito grande por parte da população, até porque, como muitos dizem, esse vírus teria nascido por lá,” destacou.

Neste sábado (3), o presidente comentou que, pelo segundo dia consecutivo o país vacinou um milhão de pessoas por dia. “E esse número tende a crescer”, ressalta Bolsonaro.

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