Coronavírus

Aparecida propõe escalonamento do funcionamento por atividade econômica

diario da manha

No início da noite desta segunda-feira, 18, o prefeito Gustavo Mendanha falou com o governador Ronaldo Caiado e prefeitos do estado sobre as medidas tomadas em Aparecida de Goiânia no enfrentamento à pandemia do Coronavírus. O diálogo ocorreu por meio de videoconferência. Na ocasião, Gustavo explicou que na cidade todas as ações são decididas coletivamente pelo Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19, com base em critérios científicos e recomendações da Organização Mundial da Saúde. Dentre as iniciativas, ele destacou a análise técnica sobre a taxa de ocupação dos leitos hospitalares públicos para tratamento da doença, o aumento da testagem de pacientes com sintomas e a proposta de escalonamento do funcionamento do comércio por atividade econômica.

Sobre essa proposta apresentada, o prefeito Gustavo Mendanha explicou que após quase um mês de flexibilização de 80% das atividades comerciais o município analisa a possibilidade de escalonamento do funcionamento dessas atividades. De acordo com ele, a ideia é que a cada dia da semana abram-se determinados tipos de comércio, ampliando desta forma o distanciamento social e evitando a aglomeração de pessoas nas ruas como Independência, Igualdade, Bela Vista, Santana, São João, São Paulo, Rudá, Tapajós e Magueiras, dentre outras. “Uma empresa abre cinco dias da semana e fecha dois”, exemplificou Gustavo.

Há ainda a discussão no Comitê para o fechamento das praças e parques e sancionar uma lei para multa caso as pessoas não usem máscaras nas ruas, que já é obrigatório. “De nada adianta cobrar apenas dos comerciantes e empresários. É preciso que as pessoas tomem consciência da doença, do perigo da covid-19, evitando aglomerações e festas em casa e fiquem atenta às medidas de higiene e prevenção. Pensamos em cobrar multa de pessoas que não estiverem de máscara e reverter esse dinheiro para a compra de cestas básicas”, pontuou ele, destacando ainda que se caso os leitos de UTI exclusivos para tratamento do Coronavírus cheguem a 70% de ocupação, a prefeitura pode fechar novamente o comércio. “Vamos continuar com a flexibilização, mas se não atentarem às regras podemos fechar tudo para preservar vidas”.

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