Cidades

Prefeitos de Goiânia e região metropolitana ampliam restrições para conter covid-19

Para as redes de supermercados, as prefeituras decidiram restringir a entrada de apenas uma pessoa por família, após vários registros de aglomerações dentro de estabelecimentos

diario da manha

Após duas reuniões que aconteceram de forma virtual no último sábado (6), prefeitos de Goiânia e região metropolitana decidiram ampliar mais as restrições para conter avanço da Covid-19. Entre as novas medidas estão a proibição do sistema drive-thru em restaurantes, bares e distribuidoras de bebidas que poderão funcionar somente por delivery. As novas restrições devem começar a valer nesta próxima segunda-feira (8).

Para as redes de supermercados, as prefeituras decidiram restringir a entrada de apenas uma pessoa por família, após vários registros de aglomerações dentro de estabelecimentos.

A prefeitura de Aparecida de Goiânia informou em nota que vai manter as medidas restritivas em conjunto com Goiânia e demais cidades da Região Metropolitana finalizando assim o ciclo de 14 dias em 14 de março. Após este ciclo, a administração municipal reforçou que deve voltar ao modelo de isolamento social intermitente por escalonamento regional.

Nos últimos dias, segundo a prefeitura de Goiânia, houve um grande aumento no número de casos da doença. Reflexo disso são as taxas de ocupação de leitos de UTIs que, na tarde do último sábado (6) chegou a 99% e 96% nas enfermarias.

Em dois meses, foram abertas 118 vagas de UTI exclusivas para tratar doentes de Covid-19, mas o alastramento da doença se dá acima da capacidade de expansão do sistema de saúde, conforme informou a prefeitura. E isso fez com que, a Secretaria Municipal de Saúde abriu processo seletivo para contratar 560 profissionais com inicio imediato no sistema público.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), participou da reunião e destacou que criar leitos de UTI está cada vez mais difícil por falta de profissionais.

“Temos condições de equipamentos, mas faltam profissionais, os que estão em campo estão estafados. É preciso responsabilidade na hora de dizer que é só criar leito. Abrimos o maior número proporcional do país, com hospitais de concreto, não de lonas. Mas estamos no limite em relação ao número de profissionais”, pontuou Caiado.

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