Cidades

Formosa: polícia investiga morte de professor de 35 anos como homicídio

Fabiano Rabêlo Mendonça foi encontrado morto no domingo. Através de uma testemunha a PMGO localizou um dos suspeitos, que confessou participação no suposto homícidio

diario da manha

A morte do professor Fabiano Rabêlo Mendonça, de 35 anos, está sendo investigada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) como homicídio. O corpo dele foi encontrado na madrugada de domingo (6/12) pela equipe da Central de Flagrantes de Formosa, no Entorno do Distrito Federal.

O carro de Fabiano foi localizado já pela manhã, às 10h30, pela Guarda Municipal. O veículo estava abandonado, aberto e com as chaves na ignição, na Rua H, próximo ao Parque da Colina.

A Polícia Militar de Goiás (PMGO), informou que o corpo do professor estava com diversas perfurações, causadas, aparentemente, por faca. Porém, nenhuma arma branca foi localizada pelos policais no local do crime.

Por meio de uma denúncia anônima, os policiais chegaram ao endereço de um dos suspeitos do crime. No local os PMs encontraram o adolescente que confessou participação no suposto homicídio.

Conforme os militares, o adolescente teria conduzindo o veículo da vítima a pedido do autor do crime. Segundo relatado no boletim de ocorrência, o suposto autor admitiu ao amigo ter “matado um desafeto”, mas disse que não sabia dirigir. O adolescente ainda contou que quando encontrou o suposto responsável pela morte do professor, ele estava com um celular na mão — que possivelmente era da vítima — e com a roupa suja de sangue.

O suspeito, que é menor de idade, foi conduzido com uma responsável para a central de flagrantes. Já o suposto autor do crime ainda não foi localizado.

Carreira como educador

Fabiano, que era professor da rede pública de formosa, foi dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Formosa (Sinprefor) e presidente do Conselho Municipal de Educação.

Ele também fez mestrado em direito no Centro Universitário Iesb, faculdade particular do DF. Por nota a instituição de ensino superior disse que, “com extremo pesar”, tomou conhecimento da “morte brutal” do egresso.

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