Cidades

Jovem é morta a tiros em Goiânia

Larissa de Sousa Primo, 25, foi atingida por vários tiros após ter sido abordada durante uma viagem feita por serviço de transporte por aplicativo, na última sexta-feira (19). De acordo com o boletim de ocorrência os parentes apontaram que ela saiu para buscar uma moto e R$ 400, depois que recebeu uma ligação do marido. Ele cumpre pena em regime fechado

diario da manha
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) investiga a morte de Larissa de Sousa Primo, de 25 anos. Ela foi atingida por vários tiros após ter sido abordada durante uma viagem feita por serviço de transporte por aplicativo, na última sexta-feira (19), no Jardim Primavera, em Goiânia.

De acordo com o boletim de ocorrência os parentes de Larissa apontaram que ela saiu para buscar uma moto e R$ 400, depois que recebeu uma ligação do marido. Ele cumpre pena em regime fechado e é líder de uma facção criminosa, conforme a corporação. As informações são do G1.

A polícia disse ao site que em 2018 o marido dela, Lucas Raphael Dionísio Bento, 26, mandou três homens executarem Larissa “porque ela sabia demais sobre sua vida criminosa”. A casa em que vivia no Jardim Itaipu, em Aparecida de Goiânia, foi invadida por dois deles, enquanto o terceiro esperava os outros no carro, de acordo com a reportagem.

A mulher foi atingida por dois tiros enquanto amamentava o filho. Ela sobreviveu após uma semana internada, porque o pai, Antônio Pinto Primo, a defendeu. Ele foi atingido nas costas e morreu no local, conforme o portal.

Mais de dez tiros foram efetuados, segundo delegada

A delegada responsável pelo caso, Marcella Orçai, ressaltou à matéria que houve mais de dez disparos. No entanto, segundo ela enfatizou ao G1, ainda é cedo para indicar informações sobre a investigação, até mesmo para dizer se ocorreu ou não a participação do marido dela.

“Não podemos falar que há suspeita disso [participação do marido]. Não podemos passar muitas informações para não atrapalhar o caso. O que posso passar é que eles tiraram ela do carro e a executaram na rua com disparos de uma arma calibre 380”, argumentou Marcella Orçai à reportagem.

Sobre a suposta ligação que teria sido feita por Lucas Raphael de dentro do presídio, a Diretoria de Administração Penitenciária (DGAP) respondeu ao site que “aguarda a notificação oficial sobre o fato das autoridades policiais competentes para dar prosseguimento as medidas cabíveis que o caso requer”.

A matéria destaca as considerações de testemunhas. Elas explicaram que viram o carro em que Larissa estava ser abordado por três indivíduos em um Ford Fiesta preto. Segundo a ocorrência, ressaltada pelo G1, eles roubaram o carro do motorista de aplicativo, que fugiu do local.

No entanto, ele retornou à polícia e contou que Larissa disse para ele que estava indo buscar a moto e a quantia em dinheiro. Ele deve ser ouvido ainda hoje (22), conforme o site.

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