Cidades

Goiás tem menor queda no consumo de energia durante o isolamento

Enquanto a média nacional para a queda do consumo de energia gira em torno dos 14%, Goiás juntamente com o Mato Grosso registram uma queda de 2% no consumo

diario da manha

As medidas adotadas para conter a pandemia causada pelo novo coronavírus fez com que o consumo de energia caísse em várias regiões do país, entretanto Goiás registrou a menor queda do consumo da energia, em comparação com outros Estados, conforme mostra os números divulgados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

De acordo com os dados divulgados, Goiás registrou em abril deste ano uma queda de 2% no consumo de energia, o mesmo valor também foi registrado em abril do ano passado. Outro estado que também atingiu esse índice foi o Mato Grosso.

Segundo a matéria publicada pelo jornal O Popular, os números mostram um reflexo do aumento do consumo da energia, após o isolamento social cair com o retorno de várias atividades comerciais. Os dados mostram que Goiás que já chegou a ser exemplo com o isolamento passou para a pior colocação no país com apenas 37,44% das pessoas respeitando a orientação para ficar em casa no último sábado (9/5).

Goiás chegou a ter uma queda no consumo de energia de 7% entre o início da quarentena e o dia 17 de abril

Segundo os dados do Sistema Interligado Nacional (SIN) o consumo de energia elétrica no país caiu 13% no mês passado. O periódico traz ainda que desde o início da quarentena até o dia 17 de abril, em comparação com os primeiros 20 dias do mês de março, Goiás registrou uma queda no consumo de 7% e ocupava a oitava colocação com o menor índice de gasto de energia elétrica no país, com a média nacional chegando a 14%.

Com a flexibilização do decreto a partir do dia 19 de abril, houve um aumento no consumo no estado. De acordo com a publicação esse aumento ocorreu devido ao Ambiente de Contratação Livre (ACL) que registrou um aumento de 11% no consumo de energia elétrica.

Os números mostram que o maior aumento foi registrado nas indústrias químicas com 145%, seguida pelas empresas de telecomunicações com 38%, metalurgia e produtos de metal (28%) e extração de minerais metálicos (14%).

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