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Crescem casos de uso de linha com cerol em Goiânia

De acordo com dados reunidos até o última quinta-feira (21) pela GCM as ocorrências envolvendo cerol somam 79 e 21 apreensões, totalizando 100 ações

diario da manha
Foto: GCM Paulo Ferreira

Segundo levantamento divulgado pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) houve um aumento no número de casos de uso de linha com cerol em Goiânia este ano. De acordo com dados reunidos até o última quinta-feira (21) pela GCM as ocorrências envolvendo cerol somam 79 e 21 apreensões, totalizando 100 ações. Em março a corporação registrou uma ocorrência. Já em abril elas chegaram a 22. Maio foi o mês com o maior número de casos, 77.

A Guarda Civil aponta que em nenhum outro ano havia acontecido essa quantidade de ocorrências nessa época. Conforme a corporação, as crianças tendem a ficar mais tempo em casa ou a brincar nas proximidades devido à pandemia do novo coronavírus. As atividades educacionais em todos os níveis foram paralisadas no dia 15 de março após determinação da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), como forma de conter a disseminação da Covid-19.

As regiões em que a corporação encontrou maior número de uso do cerol são a Noroeste com 19, Leste, 18, Sudoeste, 17 e Oeste, 16. Em seguida aparecem as regiões Norte com 13, Central, 11 e Sul, 6.

GCM busca conscientização

A Guarda Civil Metropolitana busca promover ações para conscientização de crianças, adolescentes e adultos sobre o perigo do material cortante. Além disso, também orienta sobre a maneira de soltar pipas de forma cuidadosa.

De acordo com o presidente comandante da GCM Wellington Paranhos, “como acontece há onze anos a Prefeitura de Goiânia, por meio da Guarda Civil e demais órgãos municipais e estaduais realiza a Campanha Pipa sem Cerol e que, excepcionalmente neste ano, está antecipando as ações educativas em toda a cidade em virtude do aumento de denúncias pelo telefone funcional 153″. O comandante pede que os pais também orientem as crianças.

Segundo a GCM, desde o início da campanha, em 2009, os números de acidentes com esse material vêm diminuindo, conforme os dados divulgados pela corporação:

  • 2009 – não houve vítima fatal
  • 2010 – 4 mortes
  • 2011 – 1 morte
  • 2012 – não houve vítima fatal
  • 2013 – 1 morte
  • 2014 – não houve vítima fatal
  • 2015 – 1 morte
  • 2016, 2017, 2018 e 2019 – não houve vítima fatal.

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