Cidades

Pais são presos suspeitos de agredir a filha de seis meses, em Trindade

Um bebê com apenas 6 meses foi internado no Hospital Materno-Infantil (HMI), em Goiânia, com 12 fraturas e um edema cerebral, por conta de agressões

diario da manha

Os pais de uma menina de apenas seis meses de vida foram presos na tarde da última sexta-feira (6/3) suspeitos de agredir a filha, em Trindade e que está internada no Hospital Materno Infantil (HMI) com um 12 fraturas e um edema cerebral.

Além das fraturas e o edema cerebral, a Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) informou que a criança também apresentava marcas de queimaduras nos pés e mãos. Segundo as informações divulgadas pela unidade de saúde, o quadro da bebê é grave.

De acordo com a delegada Renata Vieira, ela foi informada sobre o caso após o HMI chamar o Conselho Tutelar da cidade e o órgão denunciar o crime. Em entrevista a outros portais de notícias a delegada afirmou que assim que recebeu a denúncia chamou os pais da criança para prestar depoimento, e segundo a delegada a mãe da menina negou a autoria do crime e culpou o pai da menina.

Segundo a delegada a mãe da criança afirmou que o pai bebeu na quarta-feira (4) e durante a madrugada foi dar mamadeira para a filha, que negou o leite, conforme o depoimento da mãe foi nesse momento que as agressões começaram. Para a delegada a mãe disse que as queimaduras aconteceram após ela segurar uma vela e derramou acidentalmente a cera quente na filha.

A versão apresentada pelos pais da criança não convenceram a delegada, pois segundo Renata Viera eram inconsistentes, o que indica que tanto pai como mãe praticavam as agressões contra a bebê. Em depoimento o pai da menina negou a versão da mulher, e afirmou que bebe duas doses de pinga por dia para dormir.

Renata Vieira salientou que tanto o pai quanto a mãe da menina aparentam serem pessoas frias e não se preocupam com estado de saúde da filha. O casal foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e levados para o presídio da cidade. De acordo com a delegada na próxima semana, os vizinhos do casal serão ouvidos, para que a investigação possa determinar há quanto tempo a menina vinha sendo agredida pelos pais.

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