Cidades

Casal é preso suspeito de matar dono de bar, em Piranhas

O casal foi preso em flagrante por latrocínio (roubo seguido de morte) e se encontra à disposição do poder judiciário

diario da manha
Foto: Reprodução

Um casal foi preso na última quinta-feira (15/8) suspeito de matar o dono de um bar esfaqueado na cidade de Piranhas, região sudoeste do estado e a 310 quilômetro de Goiânia na divisa com Mato Grosso.

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) afirmou que foi chamada por volta das 12h26 para atender a ocorrência. De acordo com a PCGO, um vizinho do bar chamou à Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) por telefone para relatar o caso.

De acordo com o vizinho do bar, na manhã de ontem ao sair na rua, ele notou que a porta do estabelecimento comercial havia sido arrombada e que tinha muito sangue no local e decidiu chamar a polícia.

A equipe policial esteve no local e encontrou o proprietário do estabelecimento no chão, coberto de sangue e com ferimentos feitos por uma arma branca e sem os sinais vitais. O vizinho do bar afirmou que durante a madrugada ouviu muito barulho, mas não saiu de casa para ver o que era.

Dono de bar morto por casal preso, teve casa revirada pelos suspeitos

A polícia afirmou que a vítima foi identificada como João Pereira dos Santos, de 56 anos, e conforme as informações divulgadas pela rua foram encontradas várias notas de R$ 2 e a casa de João estava completamente revirada.

Conforme o depoimento do vizinho do bar, a vítima era bem vista na região e não tinha inimizade com ninguém. O Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Piranhas deu início as investigações após ser acionado e afim de solucionar o crime.

Os suspeitos foram presos presos no fim da tarde de ontem, após terem deixado o município para outra cidade e retornarem em um táxi. Conforme divulgado pela polícia, os dois foram identificados como Marcielle de Tal, de 22 anos e Amancio Ferreira, de 29.

O casal foi preso em flagrante por latrocínio (roubo seguido de morte) e se encontra à disposição do poder judiciário.

Comentários