Brasil

Relembre os crimes que chocaram o Brasil

diario da manha

Caso Isabella Nardoni

No dia 29 de março de 2008, uma menina de então cinco anos de idade foi arremessada da janela do Edifício London, em um bairro da zona norte de São Paulo. Isabella de Oliveira Nardoni morreu após ser defenestrada do sexto andar do prédio. O pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá foram condenados à prisão. A garota teria sido agredida até desmaiar e jogada por pensarem que ela havia morrido. 

Hoje em 2020 Alexandre e Anna Jatobá estão em regime semiaberto.

Caso Eliza Samudio

Eliza Silva Samudio desapareceu em 2010, com 25 anos. Eliza era amante do goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, apontado como autor do crime, e teria aceitado um convite do jogador para ir do Rio de Janeiro a Minas Gerais para visitar um sítio. Nunca mais foi vista em público. Bruno foi preso e condenado a 22 anos e três meses por assassinato e ocultação de cadáver, além do sequestro do filho Bruninho.

Hoje em 2020 os acusados do crime estão em regime semiaberto.

Caso Suzane Richtofen

Suzane Louise von Richthofen mandou matar os próprios pais na madrugada do dia 31 de outubro de 2002 no Brooklin, bairro nobre de São Paulo. Os assassinos foram Daniel e Christian Cravinhos, sendo o primeiro deles namorado de Suzane. As famílias não aceitavam o relacionamento, segundo dizem, e o trio arquitetou um plano para simular latrocínio, roubo seguido de morte, com o objetivo de receber a herança de Manfred e Marísia von Richthofen.

Hoje em 2020 os acusados do crime estão em regime semiaberto.

Caso João Hélio

O dia 7 de fevereiro de 2007 ficou marcado para sempre nos brasileiros, após o brutal assassinato de um menino de seis anos. João Hélio Fernandes foi arrastado por sete quilômetros durante um assalto no Rio de Janeiro, pois não conseguiu sair do carro da família, roubado naquele momento. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime, sendo uma delas adolescente. João Hélio estava com a mãe, Rosa Cristina Fernandes, e a irmã Aline, de 13 anos.

Hoje em 2020 os acusados do crime estão em regime semiaberto.

Caso Eloá Pimentel

Uma adolescente de 15 anos emocionou o país no mais longo caso de cárcere privado da história de São Paulo. Eloá Cristina Pimentel foi mantida refém junto com outros três amigos por Lindemberg Alves Fernandes, 22, ex-namorado da jovem. O trágico final foi no dia 17 de outubro de 2008, com o assassinato de Eloá, que chegou a ir a um hospital, mas não resistiu e teve morte cerebral. Lindemberg atirou contra reféns após a polícia invadir o imóvel onde se encontravam. Foi condenado. Ao todo, foram cinco dias de negociação. 

Caso Bernardo

Bernardo Boldrini era um garoto de apenas 11 anos quando foi assassinado no dia 4 de abril de 2014. O corpo foi encontrado dez dias depois, em uma cova na área rural de um município do Rio Grande do Sul. A Polícia Civil afirma que o menino foi morto por superdosagem de um sedativo, dado pela madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini e por uma amiga dela, Edelvânia Wirganovicz. Leandro Boldrini, pai da criança, e Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia, também foram presos por envolvimento no crime. O Ministério Público pediu a reabertura da investigação da morte da mãe de Bernardo, Odilaine Uglione, encontrada morta com um tiro na cabeça na clínica do então marido Leandro, no dia 10 de fevereiro de 2010. A carta de suicídio pode ter sido forjada, de acordo com investigações.

Caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé

Em novembro de 2003, Liana Friedenbach, de 16 anos, e Felipe Caffé, de 19, decidiram acampar em uma área isolada na região da Grande São Paulo, sem os pais saberem. Rendidos por criminosos na barraca, foram vendados e levados a um cativeiro. Ambos foram torturados e mortos. Liana foi abusada sexualmente pelo criminoso conhecido como Champinha ele e mais cinco homens foram condenados a partir da investigação.


Caso Marcos Kitano Matsunaga

Caso Marcos Kitano ou caso Yoki, se refere ao homicídio do empresário brasileiro Marcos Kitano Matsunaga, que ocorreu em 19 de maio de 2012, quando o então CEO da empresa alimentícia Yoki tinha 42 anos de idade. O crime foi cometido por sua esposa, Elize Araújo Kitano Matsunaga, quando tinha 30 anos, que confessou tê-lo assassinado com um tiro na cabeça de pistola .380 e esquartejado o seu corpo. A motivação do crime teria sido, segundo ela, a descoberta de uma relação extraconjugal de seu marido. Segundo Elize, somente ela teria sido responsável pelo crime, descartando a participação de outra pessoa.

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